0,2% do Saara. Quase o tamanho do estado de Sergipe no Brasil. Esse é o espaço necessário para se produzir energia para 500 milhões de europeus, e que uma empresa espanhola está de olho. A demanda por energia, e agora energia limpa, é mais um ativo que está uma vez mais na história reposicionando o papel do indivíduo no continente africano. Estamos diante de um processo de “ecocolonização”? Uma corrida pela posse de territórios no deserto? O deserto, por certo, não está vazio. Como lidar com as populações tradicionais do deserto? Teremos um tendência no mundo em termos de investimento, ou seja, países com desertos quentes poderão ser mais atrativos? Vamos ter líderes de baixo nível usando o deserto do Saara como plataforma política populista ou jovens africanos produzindo e empreendendo conhecimentos sobre o deserto?
A recolonização parece ser uma tendência forte.