Outro dia, li que na década de 60 uma chamada telefônica internacional precisava de 24h pra ser completada. As coisas avançaram na velocidade em que os mercados se globalizaram. Mas, me parece que nesse início de década de 2010 existe um outro ingrediente que potencializa os avanços nas telecomunicações.
Angra, Haiti, Chile, tempestades na Europa e o Brasil debaixo d’agua. Os últimos terremotos e tempestades só fizeram aumentar a nossa sensação de incerteza. Segundo o consultor Ricardo Neves, a realidade atual se assemelha ao “xadrez de bruxo” de Harry Porter, com peças vivas e com vontade própria o suficiente para não respeitar as regras pré-estabelecidas. Num cenário como esse sobrevive quem é mais colaborativo.
Isso quer dizer também que as questões ambientais são hoje o principal catalisador de novas tecnologias e integração no setor de telecomunicações. O terremotos recentes dizem que nos próximos anos estaremos mais integrados do que nunca a internet, com acesso amplo a notebooks e celulares com autonomia de IronMan e internet 3G livre, leve e solta no ar.
Já se foi o tempo em que mercados em crescimento ditavam o rumo das tecnologias.

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