Políticos escondendo dinheiro nas meias ou aparecendo com a cara lavada depois da tragédia no Morro do Bumba são retratos de uma cultura política podre, que resiste no país enquanto as desigualdades sociais são corrigidas artificialmente.
A emergência da classe C brasileira coloriu o Morro do Bumba com tintas compradas ao custo de 12bi injetados anualmente pelo governo em programas como o bolsa família.
Essas tragédias são também um clamor de um país que deseja uma agenda com novas prioridades para a construção do universo social.