A queda do Muro de Berlim nos colocou em um mundo novo delineado por preferências. Os ataques de 11 de setembro inseriram em definitivo o fundamentalismo religioso em nossa época. Como resultado, o século XXI abriu-se com um clara tensão entre razão e revelação.

Thomas Bloomer dirá que enquanto os fundamentalistas acusam o ocidente de esmagar os islâmicos, os humanistas radicais apregoam que as culturas não são todas iguais, e que umas são mais morais que as outras.

O que de fato é errado? E o que é certo? Essas são questões que trazem consigo uma demanda maior: um conhecimento que usa nossa mente, mas também nossas intuições, emoções e o sobrenatural. O desafio da nossa geração de cristãos é amar a Deus com nossas mentes.