Outro dia vi a propaganda de um congresso de jovens cristãos com enfoque em temas atuais, como sustentabilidade e pós – modernidade. Na lista de palestrantes só havia nomes de líderes de outras gerações, já estabelecidos.

Em uma de suas entrevistas o consultor de organizações ricardo neves destacou que as empresas precisam abrir espaço para o potencial evangelístico da geração Y, a geração que está começando a assumir o volante das empresas mundo a fora.

A ênfase da mensagem no século XXI é identificação. O que muitas lideranças tem feito, é proteger suas organizações do que acreditam ser a vocação messiânica das novas gerações de salvar corporações que se tornaram um fim em si mesmas. O que as novas gerações realmente querem é liderar processos de mudança.