O humanismo radical tem sido nos últimos anos uma eficiente agenda com novas prioridades na construção do universo social. Desde 11 de setembro, a chamada “Guerra Contra o Terror” vai além da invasão militar ao Afeganistão, Iraque etc.

Desde então passou-se a definir culturas “certas” e “erradas”, “boas” ou “ruins” a partir de critérios escusos que obedecem fundamentos mercadólogicos que buscam enaltecer o mundo ocidental.

As teses radicais em benefício da coletividade, que por sinal mataram milhões de pessoas no passado recente, dão lugar as teses atuais focadas no indivíduo acreditando-se que incoerências globalizadas como a famigerada lei da palmada e a defesa da legalização do aborto podem conviver em paz.

Hoje mesmo no “fantástico” esse teatro esquizofrênico entra em cena. O Brasil pós lei da palmada vai assisitir uma matéria que visa puxar a sardinha para a legalização do aborto.