A teologia da prosperidade que emergiu de modo “Universal” no Brasil nas décadas de 80 e 90, período de forte recessão mundial, tinha uma mensagem: ambição. Promessas de grandes retornos financeiros ditas por líderes encastelados em templos confortáveis e suntuosos.
No cenário atual, marcado pelo crescimento do consumo das classes C, D e E, nos últimos 10 anos, essa teologia tem uma mensagem: realização. Curas imediatas realizadas por líderes com a cara do povo, dentro de templos improvisados.
Como eles conseguem…? Não sei. Segundo uma recente análise sobre Brasil, feita pela revista inglesa “The Economist”, a classe média brasileira quer uma vida boa, imediatamente. O que seria uma boa pregação acerca disso? Ou os líderes religiosos devem ignorar seu tempo e espaço?

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