Compartilhe:

Add to FacebookAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Yahoo BuzzAdd to Newsvine

Certa vez participei de uma formatura em que o diretor da escola se virou para os pais daquela comunidade e de certo modo, não agressivo, começou a explicá-los como funcionam as coisas na política e passou a orientá-los acerca da educação dos seus filhos e de que devem cobrar dos políticos etc. Ele pressupôs estar numa condição superior capaz de orientá-los o caminho.

O Consultor Ricardo Neves fala que estamos ainda presos numa jaula cognitiva de causa e efeito que nos impede de ver a coisa por um outro prisma. Organizações das mais variadas chegam a localidades com “soluções” para os problemas. Enxergam uma causa aparente e se trancam naquilo que acreditam estar produzindo efeitos.

O mundo atual é complexo e incerto. A estrutura militar hierárquica com o general brilhante no topo vêm dando lugar a um modelo de orquestra, a arte da colaboração, ou seja, é tempo de enxergar coisas além das debilidades aparentes. Pessoas e organizações precisam se envolver com as questões de uma comunidade, de um cenário, e, abrindo mão da tal condição de “superioridade”, não se preocupar em trazer respostas prontas, pensando fora da caixa, atuando como plataforma para novas ideias.